Vida, cinema e Euclides

Enquanto lia o convicto, científico, crítico e pragmático Euclides da Cunha, os primeiros acordes de Vapor Barato (com a Gal e o Zeca) se fizeram ouvir. Não houve alternativa, explicou-se com Cunha que a reflexão sobre os problemas do Brasil e a tentativa de encontrar/forjar soluções é importante sim, mas ouvir músicas que falam de amor, ouvir sinceramente, não deixa de ser uma maneira de também de fazer desse mundo um mundo menos triste e, nesse sentido, quem sabe, talvez até um pouco melhor...

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Não é tanto escapismo assim, a música e o Euclides estavam realmente compartilhando de um mesmo momento, de pausa.

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Gente, dica um pouco atrasada mas extremamente válida: ciclo cinematográfico do mestre Bergman na Galeria Olido (centrão) até o dia 10/09. Excelente oportunidade para (re)ver a obra sempre instigante desse cineasta (amanhã, dia 6, rola o mais que clássico O sétimo selo às 19:30)! Outra dica igualmente muito boa - mas para outubro, é uma sequência de filmes do Krysztof Kielowski no CCSP. E a Mostra BR logo logo está por aí... Ótimos ventos para cinéfilos! ; )

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