Império dos sonhos, David Lynch. (Mostra BR - 1)
Sinceramente surpresa: o filme todo são experiências com jogos de luz, cor e sons; permeado por uma aparente confusão entre o inteligível e irreal, entre o dentro e o fora, ficção e realidade... Os diálogos não seguem nem um mínimo de relação causal: se há algum fio narrativo possível de se identificar é a constante dos atores. Uma experiência de quase três horas interessante. Pra dizer o mínimo.
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Também assisti nesse final de semana o Em Paris e Control. Sobre o primeiro: drama que fala sobre as relações humanas, principalmente as amorosas e suas dificuldades de modo não 100% linear e também com certos ecos de Truffaut e tal. Alguns momentos do filme são bacanas, principalmente um diálogo sobre tristeza e morte. Control é menos do que eu imaginava, embora a Cris tenha gostado muito: achei superficial, os personagens poderiam ser mais profundos e tratados de maneira menos previsível e categorizada. Enfim, nada disso quer dizer que seja um mau filme, principalmente pela ótima trilha sonora que inclui Bowie e muito, lógico, Joy Division.*
É isso. ;-)
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