Mostra BR - 7 - Final, por enquanto.
A mostra desse ano ficou marcada por muitas filas, muitos atrasos nas sessões, alguns erros operacionais na exibição dos filmes, muita dificuldade pra encaixar os filmes que eu super queria ver por conta do cronograma malucos de datas e horários impossíveis que se tornou minha vida... Mesmo assim, e por isso mesmo - na base da teimosia e resitência - aproveitei momentos muito bons, com alguns filmes ótimos, outros bons e alguns bem aquém do que eu esperava... Outros pontos bem positivos foram: os encontros em que revi pessoas nas filas e salas que há muito eu não conversava, o conhecer cinéfilos de toda ordem, o criar relações de camaradagem com os monitores da Central, comer aperetivos "gratuitos" no Lounge do Frei Caneca, essas coisas todas. Terminei a Mostra oficialmente ontem com as sessões de As testemunhas no Ig Cine, e o Blind Mountain no Espaço Unibanco, com a vontade de emendar mais algum filme na respecagem que já começa amanhã. Vamos que vamos.
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As testemunhas, de André Téchiné
Pelo pouco que consegui ver decentemente (já que as seguidas quedas de energia elétrica no cinema atrapalharam - e muito - o acompanhar a narrativa, é um bom filme que trata sobre a ascensão da AIDS na primeira metade da década de 80. Difícil dizer muito mais que isso, pq, de verdade, não deu pra me envolver...
Blind Mountain, de Li Yang
A China capitalista, materialista, as pessoas que se pautam no monetário como critério de vida, de afetividade, de sobrevivência. A história de amor-próprio narrada, as mil e uma peripécias da protagonista são ótimos pretextos pra reflexão. E o final é um ponto alto do filme, o climax.
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As testemunhas, de André Téchiné
Pelo pouco que consegui ver decentemente (já que as seguidas quedas de energia elétrica no cinema atrapalharam - e muito - o acompanhar a narrativa, é um bom filme que trata sobre a ascensão da AIDS na primeira metade da década de 80. Difícil dizer muito mais que isso, pq, de verdade, não deu pra me envolver...
Blind Mountain, de Li Yang
A China capitalista, materialista, as pessoas que se pautam no monetário como critério de vida, de afetividade, de sobrevivência. A história de amor-próprio narrada, as mil e uma peripécias da protagonista são ótimos pretextos pra reflexão. E o final é um ponto alto do filme, o climax.
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