Potências, limites, ou sobre até onde viver?



Da experiência de assistir e pensar sobre o novo filme de Cronenberg, Um método perigoso.


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Não há possibilidade de uma vida longa quando se vive em pleno acordo com o que se acredita, ainda mais quando o que se acredita está imersa e atende aos seus desejos. O corpo, no qual a mente se inclui, funde, não suporta a pressão do K (no sentido mais amplo possível (do imaginário), os modos de viver, as regras e prescrições atreladas...). Como é possível que haja existido pessoas que romperam, em alguma medida, com seu tempo? Com suas normas? Por que o ato criador é uma ruptura, um momento ou destruição pelo encontro de forças, de elementos diversos e, talvez, contrários - ainda que não necessariamente. Embora deva haver, de certo modo, alguma contradição, alguma recusa e desejo - fortes.

Ou, como viver a loucura no nosso mundo?


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